Marcio Takimura

Marcio Takimura

Está prestes a cair de uma vez por todas um dos vetos mais longevos da televisão brasileira. Banido da Globo durante 11 anos, o humorista Tom Cavalcante está prestes a assinar um novo contrato com a emissora. Passará a ser artista do elenco fixo 13 anos após romper contrato, em 2004, e migrar para a Record, de onde saiu em 2011 para um período sabático.

Será o perdão final de uma "traição" imperdoável cometida em uma época em que a Globo lutava para manter a hegemonia e a Record despontava como uma ameaça séria.

Apadrinhado por Fausto Silva, Cavalcante negocia com a Globo um acordo de exclusividade em TV aberta para se apresentar no palco do Domingão do Faustão duas vezes por mês. Fará imitações de celebridades e interpretará seus personagens mais conhecidos, como o João Canabrava de A Escolinha do Professor Raimundo e Zorra Total e o Ribamar de Sai de Baixo.
A Globo começou a perdoar Tom Cavalcante há quase três anos. Em setembro de 2014, o humorista assinou como canal Multishow, do Grupo Globo, para fazer a sitcom #PartiuShopping.

Em 21 de junho de 2015, simultaneamente à estreia no Multishow, o humorista pisou nos Estúdios Globo pela primeira vez em 11 anos, com uma apresentação no Domingão do Faustão. Foi o resultado de mais de três anos de negociações incansáveis de Fausto Silva e, em alguns momentos, de Roberto Carlos.

Ainda em 2015, Cavalcante voltou mais algumas vezes ao Domingão do Faustão e participou do extinto Tomara que Caia. E foi só.

Os defensores de Cavalcante na Globo esperavam que ele explodisse no Multishow, o que não aconteceu. O projeto #PartiuShopping naufragou. A ideia era que o sucesso na TV paga o alçasse a um programa solo na maior rede do país.

No ano passado, o humorista tentou novamente no canal pago e, dessa vez, acertou, com o programa Multi Tom. Atualmente, grava a terceira temporada da atração, com estreia prevista para 15 de maio.

Além do primeiro contrato desde os anos 2000, o retorno de Tom Cavalcante ao Domingão do Faustão neste ano representará o relançamento de sua carreira na Globo. E uma nova tentativa de emplacar um projeto solo na emissora.

Fonte: Notícias da Tv

Em O Rico e Lázaro, novela bíblica que estreia nesta segunda (13) na Record, a fé em Deus que a emissora procura incutir no telespectador por meio dos personagens é tão intensa quando as cenas de confronto e de assassinatos que permeiam a história.

A produção da Casablanca investe fortemente em efeitos especiais, caracterização e treinamento dos atores para que as cenas causem impacto no público _com direito a sangue jorrando em câmera lenta do pescoço cortado dos personagens. Na apresentação que a emissora fez à imprensa, com grande destaque para violência e guerras na Babilônia, os romances parecem coadjuvantes.

A trama de O Rico e Lázaro se passa no ano 600 A.C., na região da Mesopotâmia. Personagem real, o rei Nabucodonosor ostenta todo seu poder com palácios, jardins suspensos e, principalmente, com batalhas épicas e massacrantes.

Para retratar as lutas do soberano na conquista de novos povos e territórios, a Record e a Casablanca têm dado grande atenção aos detalhes. Os efeitos especiais multiplicam os figurantes de dezenas para milhares, e os atores recebem cuidados para que seus ataques e seus ferimentos pareçam extremamente realistas.
Como um bom tirano, Nabucodonosor não economiza nas punições impiedosas e humilhantes aos que descumprem suas ordens e desafiam seu poder. Para perfurar, degolar e matar guerreiros de povos inimigos, o ator Heitor Martinez (Nabucodonosor) teve treinamento com um professor de espada durante um mês.

"Ainda não estou livre das dores [decorrentes das aulas para manusear a arma], é difícil mexer certas partes do corpo. Mas isso até serve para construir meu personagem. São minhas cicatrizes. Todo o elenco fez um mês de preparação para conseguir coreografar as batalhas", conta Martinez.

As cicatrizes, aliás, recebem muito cuidado. A equipe de efeitos especiais desenvolveu uma coleção só de próteses de machucados, cortes profundos e manchas de sangue para que os atores possam usar nas sequências de guerra.
Ostentação
Cada um dos 150 capítulos que O Rico e Lázaro terá (com possibilidade de extensão, segundo o vice-presidente artístico e de programação da emissora, Marcelo Silva) custará R$ 800 mil. Esse valor engloba a folha salarial de 97 atores e custos de confecção de 8.000 figurinos, de gravação em tecnologia 4K, da equipe de computação gráfica e do desenvolvimento de mais de 40 cenários. Alguns deles contam até com canais fluviais navegáveis.

Segundo a autora, Paula Richard, que assina sua primeira trama na Record, a ideia inicial era de que O Rico e Lázaro fosse apenas uma minissérie, mas o "rico" universo da história bíblica fez com que o projeto crescesse.

"Quando comecei a pesquisar a história do reino da Babilônia, vi que era um universo muito rico. Os profetas, os reis, tudo parecia uma novela já pronta. De 80 capítulos [que seriam da minissérie], transformamos em 150", conta.

Rir da tragédia
O rei Nabucodonosor parece dominar a trama com sua personalidade marcante, mas é apenas um dos 73 personagens _O Rico e Lázaro tem elenco recorde para uma novela da Record. Os verdadeiros protagonistas são Asher (Dudu Azevedo) e Zac (Igor Rickli).

Os dois representam a parábola do Rico, homem que ostentou sua fortuna durante a vida e vai para o inferno ao morrer, e Lázaro, homem pobre que vive humilhado e vai para o paraíso. A trama conta a história pregressa (fictícia, que não está na Bíblia) deles, quando a riqueza e a pobreza ainda não eram tão claras.

Nesse ínterim entre a juventude e o juízo final, Zac e Asher vivem uma série de provações e sofrimentos. A mocinha, Joana (Milena Toscano), fica dividida entre os dois e também lamenta por não saber quem escolher. Lidar com a (excessiva) carga dramática é um desafio para os protagonistas.

"Esse personagem sofre muito, tem uma vida muito difícil. Então eu tenho que estar o tempo inteiro curtido num sofrimento. Preciso entender em que parte da história eu estou e ficar mergulhado na emoção do personagem. Esse é o maior desafio, ficar tanto tempo trafegando na energia, na dor do Asher", afirma Azevedo.

Para tentar equilibrar a violência e o sofrimento da trama, Paula Richard criou outros personagens que não estão nas histórias bíblicas. Há romances mais leves e toque de humor na corte do rei Nabucodonosor _a personagem de Sthefany Brito, por exemplo, é uma princesa que vive procurando "magias" para ficar cada dia mais bela, e vez ou outra mete os pés pelas mãos.

"É uma trama de amor, amizade, mas tem muita ação e humor também. Não tem um núcleo cômico, mas tentei trazer o humor, tem que rir da tragédia", diz a autora.
Fonte: Notícias da Tv

A quatro episódios do fim da temporada, The Walking Dead continua se arrastando, cozinhando o telespectador em banho-maria até chegar ao aguardado confronto entre três comunidades contra o megavilão Negan (Jeffrey Dean Morgan). O episódio de ontem (12), pelo menos, trouxe duas reviravoltas: Morgan (Lennie James) abandonou seus princípios pacifistas e matou um homem e Carol (Melissa McBride) saiu da reclusão para lutar contra os Salvadores.

Morgan não conseguiu manter o seu voto de poupar mais uma vida humana após saber de um plano nefasto de Richard (Karl Makinen), que acabou falhando. O soldado do Reino sabotou uma entrega aos Salvadores para que um capanga de Negan o matasse. Mas quem acabou sendo morto na confusão foi Benjamin (Logan Miller), pupilo de Morgan.

No dia seguinte, o outrora pacífico lutador de aikido se indignou com a morte do garoto e impetuosamente partiu para cima de Richard, o estrugalando e batendo a cabeça com força no asfalto. O assassinato bárbaro teve como testemunhas pessoas fiéis ao rei Ezekiel (Khary Payton), chefe da comunidade Reino.

Além de trazer essa mudança no personagem politicamente correto de Walking Dead, o episódio explorou a amizade mais improvável da série. Morgan conheceu Carol lá no começo da sexta temporada e desde então a aproximação entre eles foi se estreitando. Ontem, a cumplicidade chegou a outro nível.

Morgan foi bater na porta da casa da reclusa e solitária Carol. Ao perguntar o que tinha acabado de acontecer, ao ver o amigo com uma feição alterada, Carol ouviu da boca de Morgan: "Eu matei Richard". Numa conversa franca, sem rodeios, ele revelou a Carol que Glenn (Steven Yeun) e Abaham (Michael Cudlitz) foram mortos cruelmente por Negan.

No primeiro momento, ela ficou consternada com a notícia. Logo depois, abandonou seu santuário e colocou um ponto final em sua solidão voluntária ao se apresentar a Ezekiel dizendo estar pronta para lutar.

Como um ingrediente de preparação à batalha que está por vir, a cena final do episódio mostra Morgan de costas, aparentemente transformando o seu bastão em uma lança, para ser usada contra os Salvadores.

Fonte: Notícias da Tv

O desfile das Escolas de Samba de Sobral aconteceu na noite desta terça-feira, 28, na avenida Dr. Guarany, em Sobral. Já na tarde desta quarta-feira de cinzas, 1° de março, diretorias de 6 das 7 agremiações concorrentes, estiveram presentes na Casa da Cultura de Sobral, onde acompanharam a divulgação das notas dos desfiles das escolas.

Os quesitos julgados durante o desfile foram: enredo, evolução, bateria, samba enredo, alegoria, fantasia e adereços, comissão de frente e por último mestre sala e porta bandeira. A mesa de juri foi composta por profissionais de áreas de conhecimento referente aos respectivos quesitos, abrangendo os módulos musical, visual e de dança. Foram eles, Denis Melo, Tiago Teixeira, Tiago Carvalho, Regis Brito, Expedito Duarte, Martonio Holanda, Germana Brito e Valeria Sousa.

Com 100% de aproveitamento, obtendo nota 10 em todos os quesitos, a Princesa do Samba sagrou-se bicampeã no carnaval de Sobral. O vice-campeonato ficou com a escola Acadêmicos do Dom Expedito. Em terceiro, quarto e quinto lugar ficaram: Unidos do Alto do Cristo, Estação Primeira do Sinhá Sabóia e Mocidade Independente do Alto da Brasília, respectivamente. Nas duas últimas colocações ficaram: Vila União e Unidos das Pedrinhas, como em 2015.

Confira as pontuações e premiações das Escolas de Samba

1º Princesa do Samba - 80 pontos ; R$8.000,00

2° Acadêmicos do Dom Expedito - 77,5 pontos ; R$5.000,00

3° Unidos do Alto do Cristo - 75,5 pontos ; R$3.000,00

4° Estação Primeira do Sinhá Sabóia - 73,5 pontos ; R$2.000,00

5° Mocidade Independente do Alto da Brasília - 66,5 pontos

6° Unidos da Vila União - 58,5 pontos

7° Unidos das Pedrinhas - 55,5 pontos

 
 
 
 
 
 
 

FONTE: SOBRAL PORTAL DE NOTÍCIAS

O desfile estava marcado para às 18 horas, mas só teve início uma hora depois. Um grande público sobralense prestigiou na noite desta terça-feira, 28, o desfile das 7 agremiações carnavalescas na Passarela do samba Marinho Pereira. 

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, a vice-prefeita Christiane Coelho e o secretário de Cultura, Juventude, Esporte e Lazer, Igor Bezerra também estiveram no local.

A primeira escola a desfilar foi a Unidos das Pedrinhas, trazendo como tema a Amazônia. Pouco antes da escola entrar na avenida, houve problema com um dos carros alegóricos que acabou ficando na concentração. A Unidos da Vila União foi a segunda agremiação a entrar na passarela e apresentou como enredo "De Mucambinho à Vila União". A Mocidade Independente do Alto da Brasília trouxe à avenida o tema "5 sentidos" e foi a terceira escola a desfilar. A quarta agremiação a desfilar foi a Acadêmicos do Bairro do Dom Expedito trazendo como tema: O negro. 
A Estação 1ª do bairro Sinhá Sabóia foi a quarta escola e trouxe como enredo "A última viagem no trem de Camocim à Sobral dos feirantes". A Unidos do Alto do Cristo representou "a favela" e foi a sexta agremiação carnavalesca a desfilar. A sétima e última escola a desfilar foi a Princesa do Samba que trouxe para a avenida o enredo "Sou Ariano, sou Suassuna".

A temporada de Carnaval 2017 de Sobral foi encerrada por volta de 1h30 desta quarta-feira, 1° de março, e teve com exclusividade a transmissão ao vivo da rádio Coqueiros FM.

CLIQUE AQUI E ASSISTA O DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA DE SOBRAL 

 
 
 
 
 
 

 

 
 
 

A Portela quebrou um jejum de 33 anos e é a grande campeã do carnaval do Rio de 2017. A escola de Madureira desfilou na avenida as lendas dos rios. A Mocidade ficou em segundo lugar.
A apuração das notas aconteceu na tarde desta quarta-feira (1º), diretamente da Marquês de Sapucaí. 
Ficaram em último lugar a Unidos da Tijuca e a Paraíso de Tuiuti, mas a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa) decidiu não rebaixar nenhuma escola este ano por causa dos acidentes que ocorreram com os carros das duas escolas no sambódromo.

Fonte: G1

Viver uma alegria que não passa nesse período de Carnaval foi a escolha de um público de quase oito mil pessoas que participou do Renascer 2017. O retiro aberto foi realizado de sábado, 25, até a terça-feira​, 28 de fevereiro, em Sobral e mais seis cidades na Região Norte onde há irradiações da Comunidade Católica Shalom: Massapê, Forquilha, Cariré, Coreaú, Alcântaras e Aranaú.

O destaque neste ano foi para Coreaú com um público médio de mais de 2 mil pessoas nos três dias de evento. Massapê alcançou 1.650 participantes e 1.500 em Cariré. Forquilha, Alcântaras e Sobral alcançaram a média de 600 pessoas em três dias de evento, enquanto Aranaú chegou a 300 participantes. Os voluntários para servir nos vários retiros foram cerca de 600 pessoas da Comunidade Shalom e participantes de grupos de oração.

O responsável pela Comunidade Shalom em Sobral, Breno Dias, celebrou a participação prioritariamente de jovens nos eventos e explicou que eles darão seguimento à experiência com o amor de Deus que viveram. “Eles viverão a dinâmica do Caminho da Paz e de uma formação cristã para que possam crescer em uma maturidade cristã”, explicou. O reencontro do Renascer acontecerá em cada um dos locais do evento. Em Sobral, será na terça-feira, 7 de março no Centro de Evangelização (Rua Coronel Monte Alverne, 1498 – Campo dos Velhos). “Em todos os lugares a maioria era jovens participando e coordenando os vários serviços. O carisma Shalom tem uma graça de atrair os jovens”, destacou a missionária da Comunidade Shalom, Raniere Mendonça, que conduziu as formações com o tema central “Alegra-te” em Sobral.

O Renascer em Sobral foi realizado pela primeira vez na escola Professor Luís Felipe. O novo local possibilitou o aumento do público, de acordo com o coordenador do evento na cidade, Júnior Nogueira. “Superou as nossas expectativas. Quando a gente ousa na fé, Deus manda mais pessoas”, ressaltou.

A programação do evento contou com momentos de animação, louvor, oração, adoração ao Santíssimo Sacramento, além do espetáculo teatral Canto das Irias. Os momentos formativos foram a pregação do tema central “Alegra-te”, um curso sobre espiritualidade Mariana e o Seminário de Vida no Espírito Santo.

Oásis de misericórdia

No espaço da misericórdia do Renascer Sobral, 65 pessoas se confessaram e 21 foram atendidas na oração e Aconselhamento. “Nossa missão é evangelizar e trazer Cristo para todos os que vivem um sofrimento emocional, psicológico e espiritual”, destacou a coordenadora do ministério de oração e Aconselhamento em Sobral, Juliana Sampaio.

O Renascer Kids recebeu em média 25 crianças por dia. Foram desde bebês até 12 anos. “O que nos deixou mais alegres foi a quantidade de crianças novas que participaram do seu primeiro Seminário de Vida no Espírito Santo e vão querer participar de um grupo de oração”, comemorou a coordenadora do Projeto Criança, Flávia Melo.

Foram organizadas vinte equipes de serviço para a realização do Renascer Sobral. Estrutura, divulgação, acolhimento, oração e aconselhamento, intercessão, liturgia, comunicação, Kids, palco, cursos, artes, música, Seminário de Vida no Espírito Santo, caixas, financeiro, limpeza, lanchonete, além dos estandes do vocacional, Projeto Juventude e promoção humana.

Na limpeza, serviram 12 pessoas. A coordenadora do serviço, Yasmin Ximenes, explicou que mesmo sendo um serviço “escondido”, são muitas as oportunidades de evangelizar. “Víamos alguém precisando de oração e nos aproximávamos”, conta. Kamila Andrade serviu na lanchonete. De acordo ela, é uma excelente oportunidade para expressar o amor de Deus. “Quando começamos a atender, as pessoas sempre dizem que nós somos um povo alegre”, ressaltou.

Por Teresa Fernandes/Comunidade Shalom

Nenhuma escola do Grupo Especial será rebaixada para a Série A no carnaval desse ano no Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa) após uma reunião de emergência na tarde desta quarta-feira (1).
O que teria motivado a decisão foram os acidentes envolvendo os carros da Paraíso do Tuiuti e da Unidos da Tijuca, que deixaram pelo menos 35 pessoas feridas nos desfiles do Grupo Especial entre a noite de domingo (26) e a madrugada de terça-feira (28) de carnaval.
"Acho que foi a decisão mais sensata. Como você vai julgar uma escola em vários quesitos assim? Primeiro vem a vida", enfatizou Leandro Machado, diretor de carnaval da Paraíso do Tuiuti.
"Foi um consenso. Entendo que é justo pelo que o carnaval do Rio representa. Acho que as escolas tiveram um entendimento de que não ocorreria uma penalização", afirmou Ricardo Abrãao, presidente da Beija-Flor.
A decisão teria ocorrido em consenso com todos os presidentes das agremiações. Em função disso, no carnaval de 2018 o Grupo Especial terá 13 escolas desfilando, das quais duas serão rebaixadas para a Série A do carnaval. Uma escola da Série A sobe para o Grupo Especial este ano.
O presidente da Mocidade disse que a escola acatou mas que o presidente é contrário a decisão. "A minha opinião é contra. Eu fiz um carnaval para brigar. Com essa decisão, lógico que não queria que isso acontecesse. Mas acho injusto", criticou Waldyr Trindade.
Segundo o diretor da Tuiuti Leandro Machado, as alegorias são legalizadas pelo corpo de bombeiros. "Produzimos tudo pensando em não errar. A escola não vai fugir da sua responsabilidade, por mais que eu não a ache culpada.", afirmou o diretor de uma das escolas onde ocorreu acidente com carro alegórico.
Fonte: G1

Uma das escolas mais tradicionais do carnaval carioca, o Império Serrano está de volta ao Grupo Especial. A agremiação da comunidade da Serrinha venceu o campeonato da Série A e desfilará na elite do samba em 2018. A apuração terminou por volta das 20h desta Quarta-feira de Cinzas (1º).
Veja a colocação completa:
Império Serrano
Viradouro
Estácio
Padre Miguel
Porto da Pedra
Rocinha
Império da tijuca
Cubango
Inocentes
Renascer
Sossego
Santa Cruz
Alegria da Zona Sul
Curicica
Desfile campeão
Com um enredo sobre o poeta Manoel de Barros, que destacava em versos as belezas do Pantanal, a escola se destacou no sábado (25) na Sapucaí com o enredo as belezas do Pantanal, região que inspirou os poemas de Barros durante toda sua vida. O carnavalesco Marcus Ferreira desfilou fauna e flora pantaneiras pela Sapucaí e deu vida aos versos do poeta.
O Império Serrano trazia a ideia já na comissão de frente, que revivia a poesia de Bernardo, um matuto pantaneiro, que, de tão sereno, teve o chapéu de palha transformado em casa por passarinhos. O público ficou empolgado com a evolução da comissão, toda trabalhada na palha e no dourado.
Havia ainda as cores das bromélias, araras azuis e vermelhas, além de jacarés do Pantanal. Todo o colorido era embalado por uma bateria afinada, que, de tempos em tempos, dava aquela paradinha para deixar ecoar apenas o som da escola cantando o samba-enredo.

Fonte: G1

A Acadêmicos do Tatuapé é a escola campeã do carnaval 2017 de São Paulo. Depois do vice em 2016, a escola da Zona Leste levou seu primeiro título com uma homenagem à Mãe África. O campeonato veio no critério de desempate: a escola ficou com a mesma pontuação da Dragões da Real (269,7 pontos), mas teve melhor desempenho no quesito samba-enredo.

O presidente da agremiação, Eduardo Santos, agradeceu os integrantes pelo empenho na conquista do primeiro título. "Nós viemos aqui e mostramos para esse povo o que é a festa africana. O continente que mais sofre no mundo, mas que sabe fazer festa", disse.
"Agora nós somos campeões do carnaval. Ninguém pode escrever a história do carnaval de São Paulo sem passar por 2017 e sem citar o nosso nome", afirmou o presidente da Tatuapé. O presidente minimizou a polêmica da troca dos jurados e avaliou que as notas foram coerentes com os nomes das escolas apontadas como destaques.

Fonte: G1